
Comunidades indígenas junto de setores políticos e sociais aguardam o Supremo Tribunal do Chile se pronunciar sobre o pedido de anulação do julgamento de Cañete. A causa investigou o atentado contra o procurador Mario Elgueta, em 2008.
Cinco indígenas Mapuche foram condenados pela Lei Antiterrorista de 20 a 25 anos de prisão acusados de serem os responsáveis pelo atendado.
Estes são Llanquileo Ramon Llaitul Hector, Huillical Jonathan, e José Luis Huenuche Menares. Todos membros da Coordenadoria de comunidades em conflito mapuche Arauco Malleco (CAM).
Eles estão desde o ano passado presos na prisão de Angol, onde cumprem mais de 80 dias de greve de fome.
Com esse protesto eles exigem a nulidade do julgamento iniciado em Cañete, em 2010.
Héctor Llaitul y Jonathan Huillica tiveram que ser hospitalizado quinta-feira passada em um hospital, devido à má saúde, perda de peso.
Ramón Llanquileo e José Huenuche já estavam internados desde a semana passada pelos mesmos motivos.
Os mapuches presos em Angol publicaram um documento no qual acusam o julgamento de condenar e criminalizar "a luta do povo mapuche por recuperar suas terras." (pulsar)
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